Como proteger a pintura do carro: evitar o sol e os mosquitos após uma viagem

Jaime Gomez     24 July 2017     3 min.
Como proteger a pintura do carro: evitar o sol e os mosquitos após uma viagem

Calor, férias e praia são uma combinação alegre para todos, menos para a pintura do carro. Se queres que ela sobreviva a este verão, aqui ficam alguns conselhos

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A pintura dos carros sofre especialmente durante o verão. Esta é a conclusão dos especialistas em chapa e pintura automóvel, que apontam o salitre, a areia e os insetos como alguns dos principais grandes inimigos contra os quais deves proteger a pintura do teu carro nestas férias.

O verão é época de longas deslocações de carro, temperaturas elevadas e visitas frequentes a zonas pouco habituais, onde elementos como a areia das praias ou o salitre das zonas costeiras podem afetar notoriamente a conservação e o bom estado da pintura do teu carro. E embora as pinturas tenham, de fábrica, uma série de camadas protetoras, não está de mais adotar algumas precauções que nos podem poupar maiores dores de cabeça.

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A melhor de todas é apostar sempre em estacionar o veículo ao abrigo da radiação solar. Procurar a sombra é algo que, além de agradecermos quando voltarmos a entrar no carro, agradecerão os diferentes materiais com que o nosso carro foi construído e, sobretudo, a pintura. As horas contínuas de exposição ao sol danificam a pintura, em especial as camadas superficiais, que são as que, além de proteger as camadas inferiores, conferem brilho e intensidade à cor do nosso carro. Deixar o carro continuamente ao sol pode também provocar o aparecimento de marcas na pintura, já que, devido à incidência dos raios solares, se podem criar auréolas na pintura causadas por manchas ou qualquer outra sujidade sobre a carroçaria.

No verão é habitual fazer longas deslocações de carro. O normal é que, ao chegarmos ao nosso destino, toda a zona frontal do veículo esteja salpicada com os restos de inúmeros insetos esmagados contra o para-brisas, o capô e a grelha. A última coisa em que pensamos ao chegar à praia é em lavar o carro, quando deveríamos fazê-lo o quanto antes, já que assim nos será mais fácil retirá-los. Se não o fizermos, os ácidos que os seus restos libertam em combinação com o sol podem acabar por danificar as camadas superficiais da pintura e, como já mencionámos, deixar marcas nela. O mesmo acontece com os excrementos dos pássaros ou o pólen das flores.

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Lavar o carro depois de ir à praia, a zonas costeiras ou onde há bastante areia, é uma ação muito recomendável. Assim, além de manter em bom estado o aspeto exterior, evitamos que o salitre do mar e as pequenas partículas de areia se depositem na carroçaria do carro e, por consequência, na pintura. Estes elementos são especialmente nocivos, já que basta passar a mão sobre a carroçaria quando está coberta de areia da praia para que a pintura se risque e deteriore, rompendo assim a película protetora superior e acelerando a perda de brilho e intensidade da cor.

Segundo os especialistas, no verão o normal seria lavar o carro uma vez por semana e aproveitar as primeiras lavagens do verão para aplicar uma camada de cera ao carro — ação que se recomenda realizar pelo menos uma vez por ano — para proteger a pintura das agressões externas e impedir que estas cheguem a danificar as camadas mais profundas.

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