O conceito de habitação urbana que revolucionaria o uso dos recursos naturais é da MINI
O conceito de habitação MINI Living – Breathe procura o uso sustentável dos recursos naturais; o próprio telhado da habitação recolhe a água da chuva.

O fabricante de automóveis do grupo BMW apresentou um conceito revolucionário de habitação urbana em colaboração com os arquitetos nova-iorquinos SO-IL. A instalação Mini Living – Breathe pretende reinterpretar a forma como utilizamos os recursos num espaço onde o respeito pelo ambiente é indiscutível.
Esta inovadora habitação foi exposta em Milão durante o Salão del Mobile. “MINI LIVING – Breathe mostra o que acontece quando vemos a casa não só como um mero espaço para viver, mas como um elemento ativo que desempenha um papel positivo em relação ao ambiente e às pessoas”, explica Esther Bahne, diretora de Estratégia de marca e Inovação empresarial da MINI.

A instalação oferece um local atrativo para viver, destinado a um máximo de três pessoas num terreno urbano de 50 m2 totalmente novo. Uma estrutura metálica modular constitui a base da MINI LIVING – Breathe, e uma cobertura exterior translúcida e flexível proporciona o limite entre o interior e o exterior. Este tipo de parede permite que a instalação seja inundada por uma grande quantidade de luz natural, e o seu revestimento filtra e neutraliza a entrada de ar. Esta revolucionária habitação conta com um total de seis espaços, além de um jardim na parte mais elevada, onde se situam várias plantas que, graças à sua capacidade de produção de oxigénio, melhoram a qualidade do ar e do microclima urbano.
“MINI LIVING – Breathe coloca os seus residentes em contacto direto com o ambiente. Ao transformar a habitação numa experiência ativa, a instalação incentiva os visitantes a questionar a nossa tendência para dar por adquirido o uso indiscriminado dos recursos”, acrescenta Ilias Papageorgiou, diretor da SO – IL.

Uma construção inteligente no teto recolhe a água da chuva para utilização posterior, por exemplo, através de uma torneira. A estrutura da habitação é móvel e adaptável, pelo que o seu design permite desmontá-la e instalá-la noutro local. O tecido é intercambiável e pode ser substituído por outro consoante o clima.
“Vemos a instalação como um ecossistema ativo que contribui positivamente para a vida e para as experiências das pessoas que nela vivem e para o microclima urbano, por exemplo, através da utilização inteligente dos recursos essenciais à vida, ou seja, ar, água e luz”, afirma Oke Hauser, Diretor criativo da MINI LIVING.
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