Jaguar e Land Rover trabalham na confiança nos carros autônomos
A confiança nos carros autônomos passa por melhorar a comunicação entre as pessoas e estas máquinas
A generalização dos carros autônomos fará com que tenhamos de mudar certas rotinas, como pedestres ou passageiros de um veículo capaz de circular sem intervenção humana. Além disso, é necessário trabalhar a confiança nos carros autônomos para poder gerir, sem medo, a implantação e expansão dos veículos sem condutor.
É neste aspecto que já trabalham Jaguar e Land Rover juntamente com a Aurrigo, parceira tecnológica, para estudar a forma de melhorar a comunicação entre pedestres e veículos autônomos e, por conseguinte, perder o medo aos carros autônomos.
Utilizando o modelo devpod fabricado pela Aurrigo, verificou-se como os pedestres sentem reticências em certos momentos como, por exemplo, ao atravessar uma passadeira quando se aproxima um carro autônomo. Os sensores de que os veículos autônomos precisam para gerir a informação e que lhes permitem analisar e agir em consequência são “invisíveis” aos olhos humanos. Isto provoca incerteza no pedestre perante a ausência de informação sobre a manobra ou trajetória do veículo.
Por isso, estas três empresas trabalham na forma de informar o pedestre sobre os processos e intenções dos carros autônomos antes e durante a sua circulação.
No vídeo que acompanha este texto, pode ver de forma mais do que explícita como a tecnologia desenvolvida em conjunto instalou projetores que indicam a trajetória do veículo.
https://youtu.be/IZhkcWa2ex0
Gerando confiança nos carros autônomos
Este projeto baseia-se em que, segundo os estudos que maneja o departamento Future Mobility da Jaguar e Land Rover, 41 % dos pedestres e condutores mostram um elevado grau de preocupação perante a convivência com os veículos autônomos.
Estes inquiridos asseguram que, conhecer de antemão as intenções na trajetória de um carro autônomo, reduz o grau de desconfiança e alerta perante um veículo sem condutor humano e, por conseguinte, gera maior tranquilidade na hora de partilhar espaços como a faixa de rodagem.
Desde a Jaguar e Land Rover, estão seguros de que a chave está na aprendizagem bidirecional entre máquinas e seres humanos, que fomentará um clima de entendimento e confiança nos carros autônomos e um elevado grau de segurança na sua implantação em tarefas habituais como o transporte de mercadorias ou de passageiros.
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