Se a Checoslováquia ainda existisse, seria hoje o segundo produtor europeu de veículos

Benefícios do capitalismo ferrenho de hoje, em dois países que outrora viveram o comunismo mais convulsionado. Um dado curioso da indústria automóvel europeia é que se a antiga Checoslováquia existisse, hoje seria o segundo produtor europeu do setor industrial automóvel.
Mas, infelizmente, tanto para os habitantes da nova República Checa como para os da Eslováquia, as honras estão divididas. Ainda assim, a produção conjunta dos dois países ultrapassa os dois milhões de unidades. Esta produção conjunta dos dois países resultantes da antiga Checoslováquia ficaria apenas atrás da da Alemanha (com 6 milhões) e até à frente da França (com menos de 1,9 milhões).
Há que destacar dois factos que são determinantes para que estes dois países tenham possibilidades de se tornar o próximo paraíso da produção de automóveis na Europa: o primeiro é que os custos são muito mais baixos do que nos países vizinhos (razão pela qual muitas marcas estão a procurar instalar uma fábrica ali). O segundo é que a maioria dos carros de gama média e baixa, sobretudo os de baixo custo, são fabricados na República Checa ou na Eslováquia.
Dos dois estados europeus, parece que o que tem melhores possibilidades é a Eslováquia, uma vez que Volkswagen instalou uma fábrica em Bratislava, que produziu 400.000 veículos em 2012. Kia também fabricou quase 300.000, enquanto Peugeot chegou a pouco mais de 200.000.
Fonte | Autocity
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