Cresce a rejeição à condução 100% autónoma entre o público mais jovem

Jaime Gomez     23 April 2017     1 min.
Cresce a rejeição à condução 100% autónoma entre o público mais jovem

Um estudo demonstra que os consumidores estão cada vez mais relutantes em relação à condução 100% autónoma. Os assistentes de condução de nível 3 estão a ganhar adeptos.

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O estudo anual da J.D. Power, empresa global de serviços de marketing, foi apresentado perante a Associação de Imprensa Automóvel dos EUA, e revelou uma tendência importante no que diz respeito à condução autónoma. Em comparação com 2016, mais 11% dos inquiridos pertencentes à geração Z (nascidos entre 1995 e a atualidade) e mais 9% dos baby boomers (nascidos entre 1945 e 1964) afirmaram não confiar na tecnologia de condução 100% autónoma. Além disso, quase metade dos baby boomers garantiu que a sua maior preocupação são as possíveis falhas desta tecnologia.

“Na maioria dos casos, à medida que os conceitos tecnológicos se aproximam da realidade, a curiosidade e a aceitação do consumidor aumentam. Com os veículos autónomos, vemos um padrão em que a confiança gera interesse pela tecnologia, mas neste momento o nível de confiança está a diminuir“, afirma Kristin Kolodge, diretora executiva de interação com o condutor da J.D. Power.

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No entanto, o interesse pelos assistentes de condução (nível 3 de condução autónoma) aumentou em relação ao ano passado. Entre os sistemas mais cobiçados pelo público incluem-se assistentes como o Front Assist, os faróis inteligentes, o Auto Steering (direção autónoma), a câmara de visão traseira ou o Lane Change Assist (sistema de mudança de faixa).

O estudo demonstra que as gerações millennial (também denominada Y e compreendida entre 1982-1994) e pós-milénio (também denominada Z) têm um maior grau de aceitação das tecnologias de condução emergentes, como podemos ver no gráfico seguinte.

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