É a vez da SEAT: 700.000 carros afetados pelo software ilegal

Daniel Valdivielso    @valdi92    1 October 2015     2 min.
É a vez da SEAT: 700.000 carros afetados pelo software ilegal

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Depois das declarações de marcas como Audi e Skoda sobre o número de veículos envolvidos no escândalo das emissões, chegou a vez da SEAT.

A marca espanhola, propriedade do Grupo Volkswagen, comunicou às autoridades competentes que colocou em circulação 700.000 carros “poluentes”.

SEAT junta-se assim às restantes marcas do grupo alemão, que progressivamente têm divulgado os dados do número de veículos envolvidos. Há pouco tempo ficámos a saber que na Audi eram 2,1 milhões os automóveis com a programação fraudulenta, número que se reduzia para 1,2 milhões no caso do fabricante checo Skoda. Por seu lado, a marca Volkswagen admitiu que pelo menos 5 milhões dos seus carros têm o software ilegal.

Por enquanto, o Grupo Volkswagen comunicou que nos próximos dias dará a conhecer um plano de ação para começar a resolver este grande problema à escala mundial, que tantas dores de cabeça lhes está a causar — e continuará a causar — aos responsáveis do gigante automobilístico, que já custou o cargo ao seu antigo CEO, Martin Winterkorn.

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Centrando-nos em Espanha, ontem a Volkswagen anunciou a suspensão temporária da comercialização dos veículos ainda equipados com os motores enganadores, que no nosso país se estimam em cerca de 3.000 unidades e que, por enquanto, foram retiradas da venda até se esclarecer se montam o software em questão.

Trata-se de unidades em stock que o grupo Volkswagen ainda não tinha conseguido vender e que, graças a uma moratória das autoridades competentes, podiam continuar a ser comercializadas apesar de já não cumprirem as normas anti-poluição em vigor neste momento (norma Euro 6).
Por enquanto, a SEAT posiciona-se como a marca com menos veículos afetados, com modelos das gamas Ibiza, Alhambra, Leon, Leon ST, Leon SC, Leon ST X-Perience, Altea e Altea XL.

Fonte | SEAT

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