McLaren Senna Salão de Genebra Superesportivos
McLaren Senna, dados e imagens do brutal superdesportivo apresentado em Genebra
No próximo dia 6 de março será oficialmente apresentado em Genebra o novo McLaren Senna, o superdesportivo com que a marca homenageia o campeão brasileiro

Peso reduzido, potência extrema, excelência aerodinâmica e um revolucionário sistema de suspensão ativa. Estes são os segredos do McLaren Senna, o superdesportivo mais brutal que os engenheiros de Woking alguma vez produziram.
A marca britânica revelou as imagens definitivas do modelo que vai apresentar no próximo dia 6 de março no Salão Automóvel de Genebra: um atraente modelo em acabamento cinzento azulado, do qual divulgou alguns dados adicionais para além dos já conhecidos.

Como não poderia ser de outra forma, os engenheiros da marca “deitaram toda a casa pela janela” para criar um carro à altura daquele que é considerado não só um dos melhores pilotos da história, mas o melhor: Ayrton Senna. “Comprometes-te a um nível tal que não há compromisso. Dás tudo o que tens; tudo, absolutamente tudo”.
Excelência aerodinâmica com um design espetacular
O McLaren Senna é um automóvel como nenhum outro: a personificação do ADN do automobilismo da McLaren, homologado para circulação na estrada, mas concebido e desenvolvido desde o início para brilhar num circuito. Cada elemento deste novo Ultimate Series McLaren está focado em oferecer o máximo desempenho sem concessões, aperfeiçoado para garantir a ligação mais pura possível entre o condutor e a máquina, e proporciona a melhor experiência de condução em pista da forma que só a McLaren consegue”, afirma Mike Flewitt, diretor executivo da McLaren Automotive.

O McLaren Senna foi concebido para oferecer a experiência ao volante de um automóvel o mais responsiva e apelativa possível, e isto vindo de uma marca com a capacidade tecnológica e o conhecimento histórico comprovado em matéria de prestações e desempenho que a de Woking acumula, o que não é pouco.
O impacto visual do Senna é tão elevado como o desempenho que anuncia: 800 CV de potência máxima, 800 Nm de binário máximo, 800 kg de carga aerodinâmica e um peso reduzido ao máximo, fixado definitivamente em 1.197 kg, o que lhe confere uma relação peso-potência de quase 0,67 CV/kg (668 CV/t).
https://youtu.be/49RWUeV1qwU
O impacto visual do Senna iguala o seu desempenho selvagem. As suas formas expressam uma linguagem de design agressiva, em que se procurou obter a melhor aerodinâmica possível, seguindo a filosofia do departamento de design da McLaren desde sempre, segundo a qual “as formas seguem a função”. Não é possível seguir uma linha da carroçaria, da frente para a traseira, sem passar por uma entrada ou ventilação funcional.
“A linguagem de design do Senna é extremamente agressiva e diferente da de qualquer McLaren anterior, porque nenhum outro McLaren destinado à estrada teve de cumprir tantas exigências”, explica Rob Melville, diretor de Design da McLaren Automotive. “Quando o vês pela primeira vez — diz Melville — percebes de imediato o quão especial é e as exigências que teve de cumprir para alcançar os seus objetivos de desempenho. Para isso, tivemos de atingir níveis superiores até aos do McLaren P1“.

Só na frente, os fluxos de ar são canalizados através de quatro elementos diferentes: divisor frontal, palhetas aerodinâmicas ativas, palhetas aerodinâmicas secundárias fixas e diversos vãos e ranhuras entre os faróis e as ópticas de luz diurna, que se ativam e movimentam em sequência. A traseira do carro também está fortemente condicionada pelo tratamento dos fluxos de ar, daí a proeminente “bandeja de saias” situada à frente de uma sucessão de lamelas escalonadas, cuja função é direcionar os fluxos de ar desde a zona traseira do teto para as laterais da carroçaria.
A zona de baixa pressão criada ajuda a extrair o ar quente dos radiadores térmicos e do compartimento do motor. Umas grelhas evitam que estes fluxos de ar afetem a eficiência do grande asa traseira situada na retaguarda. Até as saídas de escape foram objeto de tratamento especial: a sua posição e ângulo permitem anular qualquer perturbação gerada pela asa ou pelo amplo difusor traseiro.
Fibra de carbono, a grande protagonista
A asa traseira do Senna, feita integralmente em fibra de carbono de dupla camada, funciona hidraulicamente (ajusta constantemente a sua posição para otimizar a carga e manter o equilíbrio aerodinâmico ideal), é um elemento imprescindível para gerar a elevada carga aerodinâmica de que o carro necessita para atingir o seu máximo desempenho. Está colocada numa posição muito elevada para ajudar a manter um equilíbrio ideal dos fluxos de ar. Pesa apenas 4,87 kg, mas suporta mais de 487 kg (100 vezes o seu próprio peso) de carga aerodinâmica.

A fibra de carbono também está presente no duplo difusor da traseira, elemento que, a baixa velocidade, começa sob o eixo traseiro e, à medida que a velocidade aumenta, eleva a sua altura para “acelerar” o ar proveniente da parte inferior do veículo, criando assim uma zona de baixa pressão que cola o McLaren Senna ao solo.
Os elementos aerodinâmicos não são os únicos em fibra de carbono do Senna. Só na carroçaria há 60 kg de painéis deste material, que proporcionam a enorme rigidez estrutural vital para suportar, a alta velocidade, a elevada carga dinâmica do carro. A McLaren é uma das maiores especialistas mundiais na utilização deste material.

O monocasco “Monocage III” está inteiramente fabricado com este material e é o mais forte e resistente alguma vez criado pela marca para um veículo destinado à estrada. Conta com uma dupla caixa de proteção para o habitáculo, e a luta dos seus engenheiros pela leveza na construção conseguiu reduzir o peso para 1.198 kg, fazendo deste tributo ao campeão brasileiro o carro de estrada mais leve alguma vez produzido pela McLaren.
Um motor à altura das exigências
Para se impulsionar, o Senna conta com um motor V8 4.0 com dois turbocompressores que entrega 700 Nm de binário desde as 3.000 rpm e 800 Nm entre as 5.500 e as 6.700 rpm, atingindo a sua potência máxima, 800 CV, às 7.250 rpm. Está acoplado a uma transmissão automática de 7 velocidades que transfere a força do motor para o eixo traseiro do carro.

O condutor pode selecionar manualmente as relações da caixa, através das longas patilhas de fibra de carbono situadas atrás do volante, cujo design foi otimizado para serem utilizadas com ou sem luvas. Graças a todo este potencial, o McLaren Senna acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 2,8 segundos e atinge os 340 km/h de velocidade máxima.
Num carro com tamanho potencial, os travões ganham ainda mais importância. O novo biplace britânico incorpora o sistema de travagem mais avançado alguma vez utilizado pela McLaren num dos seus carros de estrada. Inclui discos carbono-cerâmicos que demoram sete meses a produzir e que incorporam aletas de arrefecimento maquinadas no próprio disco, em vez das habituais moldadas. As pinças derivam diretamente das utilizadas pela equipa de Fórmula 1. Isto permite ao Senna passar dos 200 km/h até parar em apenas 100 metros.

O McLaren Senna custa 850.000 euros, mas descansa, porque não o poderás comprar a esse preço. Serão produzidas apenas 500 unidades, e 499 já têm comprador atribuído ainda antes do início da produção, prevista para o outono de 2018, embora já se tenha visto a circular alguma unidade. A unidade restante foi leiloada em dezembro passado num evento privado para clientes da marca, e foram pagos por ela 2,25 milhões de euros. A McLaren necessita de 300 horas de trabalho para produzir cada uma das unidades do Senna.
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McLaren NUNCA decepciona con sus modelos. La calidad de sus autos siempre han creado gran expectación y se convierten en promesas hechas realidad. No cabe duda que todo niño, adolescente y/o adulto alguna vez soñaría tener un McLaren.
Aunque, de mi parte, soy mas amante de las dos ruedas y sus grandes exponentes como Yamaha, Honda, Kawasaki, Suzuki, BMW, etc. Inclusive, actualmente tengo una Yamaha Tracer 700, la cual obtuve por recomendación de amistades y bajo consejos de Pont Grup. Pero ¡HEY! Nunca estaría demás tener una belleza como el Senna, ¿o miento? Jajajaja.
Esos 800CV a 7250rpm, aceleración de 0 a 100km/h en 2,8 segundos y velocidad máxima de 340km/h no le vienen mal a nadie, después de todo, somos amantes de la velocidad 😉