Ford Mustang Indústria Muscle cars
Ford Mustang 2014: retrô, mas não tanto, e com motores Ecoboost
O Ford Mustang promete renovar-se por completo para adotar a imagem de carro global, com novos motores Ecoboost e um design retrô, mas muito mais elaborado.

Enquanto a Ford se preocupa em manter longe da vista e dos ouvidos indiscretos qualquer dado que dê uma pista sobre a próxima geração do Ford Mustang, alguns detalhes já vieram à tona. Tendo em vista que temos apenas dois anos pela frente até o novo modelo, já é hora de fazermos um apanhado do que conhecemos até agora.
Os rumores mais recentes apontam que o novo Mustang manterá a imagem retrô do modelo atual, embora um pouco mais elaborada, talvez totalmente redesenhada. Não podemos esquecer que o Mustang passará a ser um carro global e acabará sendo adotado por novos mercados (talvez o espanhol), por isso, se o seu design tender cada vez mais a americanizar-se, talvez não agrade muito aos novos clientes. Não é certo que ele receba influências do Ford Evos, como se dizia, mas, sem dúvida, parecerá mais europeu do que é agora.
Já sabemos que continuará havendo variantes V8, mas, sem dúvida, um ponto importante a considerar é a mais que provável aparição dos motores Ecoboost, que farão sua presença nas entranhas do nobre pônei. Já se falou em motores de quatro cilindros (trazendo à lembrança aqueles Mustang 2.3 SVO), mas o mais provável é que um novo V6 seja revelado junto com o Mustang; aliás, a Ford já tem prontos alguns motores Ecoboost experimentais de seis cilindros para os modelos de teste.
Outro ponto crítico do Mustang, a suspensão traseira, merecerá uma revisão por parte da Ford, talvez adotando a tão pedida suspensão independente na ponte traseira, como a que o Camaro já tem.
O futuro Mustang certamente não deixará de provocar polêmicas entre os puristas, que preferem seu estilo um pouco menos refinado e com interiores espartanos (e de má qualidade, há que se dizer), mas também entre aqueles que já pediam aos gritos que o Mustang, um dos cupês mais personalizáveis mecanicamente, recebesse melhorias para transcender a outros mercados e exercer alguma influência sobre outros cupês europeus ou até japoneses. Ainda faltam dois anos para saber o resultado final.
Via | Autoweek
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