Dodge Charger King Daytona 2023: um muscle car que ultrapassa os 800 CV como despedida ao V8
Limitada a apenas 300 unidades, esta edição especial da série Last Call chegou com um design específico, 818 CV e um sabor de despedida

A transição para modelos eletrificados e, consequentemente, o adeus aos lendários motores V8 sobrealimentados de oito cilindros chegou também à Dodge, uma marca famosa pelos seus muscle car puramente norte-americanos com motores V8 Hellcat sob o capô, que já apresentou o seu primeiro Charger totalmente elétrico.
Para despedir-se como merecem estes brutais V8 Hellcat, a marca lançou uma série especial chamada Last Call, na qual se insere o nosso protagonista de hoje, que recebe o nome de Dodge Charger King Daytona e do qual serão produzidas apenas 300 unidades, tornando-se a versão mais limitada de todas.
Muito desportivo
Pintado totalmente em cor laranja Go Mango, o novo Charger King Daytona recebe também um vinil na parte traseira com a denominação King Daytona, os tradicionais logótipos Hellcat na asa dianteira e jantes Carbon Warp Speed de 20 polegadas, por detrás das quais se encontra um sistema de travões assinado pela Brembo com pinças de seis pistões também pintadas em laranja.

No interior, encontramos uma combinação em preto com detalhes em laranja para criar o equilíbrio perfeito com o seu design exterior. Os bancos em couro e Alcantara com costuras em laranja, o seu volante desportivo multifunções também em Alcantara ou as múltiplas molduras em fibra de carbono ao longo de todo o habitáculo fazem-nos perceber a classe de veículo que temos à frente, sem esquecer também o seu sistema de som assinado pela Harman Kardon.
O seu coração V8
Sob o capô, onde se encontra verdadeiramente a joia deste muscle car, deparamo-nos com um motor V8 Hellcat de 6,2 litros sobrealimentado por um compressor, que lhe permite elevar a potência até nada menos que 818 CV, mais 10 CV do que o Charger SRT Hellcat Redeye, o modelo do qual provém esta edição.
Por fim, a razão do nome desta edição especial é uma homenagem a William Big Willie Robinson, um piloto de corridas dos anos 60 e 70 que conduzia um Charger de 1969 chamado King Daytona.
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