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Quais são os dez modelos da BMW M mais icónicos da história?
Saberias dizer-nos quais são, na tua opinião, os dez modelos da BMW M mais icónicos da história?

Este ano, a BMW M celebra o seu 50.º aniversário e, por isso, vamos recordar os dez modelos da BMW M mais icónicos da história. A BMW Motorsport nasceu em 1972 e depressa começou a levar a sua tecnologia para os modelos de estrada. Ao longo destes 50 anos, foram muitos os modelos da BMW M que chegaram ao mercado, razão pela qual é tão complicado escolher apenas dez modelos míticos.
BMW M1

O BMW M1 nasceu em 1978 sob a supervisão de Giorgetto Giugiaro e ao abrigo de um “homologation special”. O desportivo só podia competir se tivesse um número mínimo de unidades para estrada. Em três anos, foram produzidas 456 unidades. Equipava o motor M88/1, de seis cilindros em linha com 3,5 litros de cilindrada, melhorado pela BMW M, que debitava 277 CV às 6.500 rpm e 330 Nm às 5.000 rpm. As suas versões Procar de competição elevavam essa potência a 490 CV graças a tecnologia herdada da Fórmula 1, e as versões sobrealimentadas da categoria Grupo 5 chegavam mesmo aos 900 CV.
BMW M3 E30

Anos depois chegou o BMW M3 E30. O primeiro M3 também nasceu para servir de base ao carro de competição, concretamente para o Grupo A. Equipava um motor de 4 cilindros, 2,3 litros e 16 válvulas, o primeiro num Série 3 deste tipo, derivado diretamente da competição, que debitava 200 CV na sua primeira versão e 238 CV com 2,5 litros na sua última evolução. O seu baixo peso, a carroçaria alargada e o chassis melhorado tornam-no, ainda hoje, um prodígio de condução.
BMW Z3 M Coupé

O BMW Z3 M chegou no final dos anos 90 e o seu design soma cada vez mais adeptos. A sua carroçaria coupé era muito mais rígida do que a da equivalente Roadster, pelo que hoje é um modelo de culto entre os mais fanáticos das altas prestações. Já na altura oferecia um 0 a 100 km/h em 5,4 s, graças em parte a esse motor de 6 cilindros em linha de 3,2 litros e 321 CV, que atingia as 7.000 rpm e estava dotado de diferencial autoblocante traseiro.
BMW M5 E39

Em 1998 chegou o BMW M5 E39 com um V8 atmosférico de 4,9 litros que lhe permitia oferecer uma potência de 400 CV e uma aceleração de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos. Na sua época, tornou-se a berlina de produção mais rápida.
BMW M3 E46 CSL

O BMW M3 CSL era uma ode aos coupés leves dos anos 40 e 50. Reduzia em 110 kg o peso do M3 normal, até aos 1.382 kg, graças a elementos em fibra de vidro reforçada com fibra de carbono, à supressão de alguns elementos de conforto e à simplificação do interior. Além disso, o motor de 3,2 litros ganhava 17 CV, totalizando 360 CV, com alterações na eletrónica e na admissão. A suspensão era específica, a eletrónica do DSC foi feita à medida, com herança da competição, e apenas se associava à caixa sequencial BMW M com Drivelogic e M Track Mode, para garantir a maior precisão e rapidez possíveis. As suas jantes BBS e o spoiler em “cauda de pato” integrado na tampa da mala tornam-no rapidamente identificável.
BMW M5 E60

Esta berlina montava um bloco V10 S85 herdado da F1 e oferecia uma potência de 507 CV. Estava ligado a uma caixa SMG de sete velocidades. E, sem dúvida, entre os fãs da marca, a sua versão mais querida é o M5 E61 Touring, a sua carroçaria familiar da qual existem menos de 1.000 unidades.
BMW M3 E92 GTS

A única geração do M3 com um V8 debaixo do capô foi também a que se despediu desta designação na sua carroçaria coupé de luxo, com este M3 GTS. Era praticamente uma versão de competição para clientes, homologada para a estrada, da qual só houve 150 unidades em Laranja Fogo. O V8 crescia de 4,0 para 4,4 litros e a potência para 450 CV e 440 Nm, com um 0 a 100 km/h em 4,4 s e uma velocidade máxima de 305 km/h. Tinha um sistema de travagem de maior potência e dimensões, suspensão ajustável manualmente para se adaptar a qualquer circuito, e reduzia o peso para 1.530 kg, com uma relação peso/potência de 3,4 kg/CV; além disso, dispunha de um interior quase de competição, com gaiola e bancos baquet.
BMW 1M Coupé

Em 2010, a BMW apresentou o seu primeiro M compacto, um autêntico Série 1 dotado do motor biturbo de seis cilindros, 3,0 litros, com 340 CV e 450 Nm, e 500 Nm com a função Overboost. A sua relação peso/potência era de apenas 4,4 kg/CV, o que lhe conferia um equilíbrio magnífico para uma condução mais desportiva; aliado ao chassis específico, com componentes herdados do M3, e a um DSC com M Dynamic Mode, tornou-o o rei dos coupés desportivos da sua época e, ainda hoje, um excelente desportivo de bolso, o melhor modelo de entrada na família M.
BMW M2 CS

Em 2019 conhecemos o BMW M2 CS, com um motor biturbo de 3,0 litros e 6 cilindros que ganhou 40 CV, chegando aos 450 CV, entregues às 6.250 rpm. De série tinha caixa manual e, em opção, a DKG de 7 velocidades. Além disso, era o primeiro M2 que podia levar suspensão adaptativa e travões carbocerâmicos em opção. Também recebia melhorias de chassis, redução de peso graças ao uso de plástico reforçado com fibra de carbono (CFRP) e incluía detalhes exclusivos, como o design do capô ou as suas jantes.
BMW M4 CSL

Quase 20 anos depois, as siglas CSL regressam para oferecer o melhor da BMW M atual, e fazem-no num M4 CSL que se tornou o BMW de produção mais rápido em Nürburgring, com o seu tempo de 7 min 15,677 s.
Seguindo a receita dos CSL, este M4 aumenta a sua potência para 550 CV. Reduz também o peso em 100 kg graças aos capôs em plástico reforçado com fibra de carbono (CFRP), à supressão dos bancos traseiros, aos bancos tipo baquet em fibra de carbono, às jantes leves e aos travões carbocerâmicos. A suspensão rebaixada e o ajuste especial do controlo de tração garantem o máximo controlo no limite em circuito.
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