Isto é o que acontece quando não mudas o óleo do carro aos 135.000 km

Esta é a curiosa história de um feliz proprietário de um Audi TT 3.2 V6 -não se sabe se de primeira ou de segunda geração-, que um dia decidiu levar o carro à oficina porque “não andava bem”.
Até aqui pode considerar-se algo “normal” no dia a dia de qualquer pessoa que conduza carros com alguma frequência, no entanto, o pobre TT escondia um segredo bastante surpreendente…
Os mecânicos da oficina constataram rapidamente que a última revisão tinha sido feita há nada mais nada menos que 135.000 quilómetros. Obviamente, os maus presságios tornaram-se realidade no momento em que os trabalhadores começaram a abrir o motor. As imagens falam por si, e o que se vê nas fotografias (a parte superior do propulsor, os árvores de cames), está completamente “enterrado” numa espécie de massa viscosa e petrificada de cor escura.
Toda essa substância que se observa não é mais do que o óleo velho, que começa a degradar-se, a queimar e a acumular-se sob a forma de depósitos oleosos, sem oferecer, evidentemente, qualquer tipo de lubrificação. Os mecânicos ficaram realmente assustados ao encontrar semelhante cenário. O que ninguém consegue explicar é como é possível que o carro tenha chegado à oficina a andar e a funcionar.

De facto, agora a alternativa mais viável para reparar o carro não é outra senão a substituição completa do propulsor, que parece ter ficado gravemente danificado após funcionar durante um período de tempo indeterminado em condições completamente desfavoráveis, sem lubrificação e sem qualquer tipo de proteção, tanto térmica como contra o atrito.
Esta história tem também a sua moral: uma boa manutenção, com produtos de qualidade e sem deixar passar o tempo, é um dos melhores investimentos que podes fazer, prolongando a vida útil do teu carro e saindo, a longo prazo, muito mais barato.
Via | forums.tdiclub.com
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Qué crimen!!!! si va a maltratar su auto mejor que me lo regale, soñar no cuesta nada.