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Volkswagen Golf GTI Carbon Edition, um novo conceito
Volkswagen poderia estar a preparar um Golf GTI tão leve e bom como o original

Tudo o que envolve o Volkswagen Golf VII é simplesmente um mistério. Desde que surgiram as primeiras imagens-espia até ter sido apresentado oficialmente na semana passada, e mesmo assim não o conhecemos como gostaríamos. E é que, além das variantes GTI e R, espera-se uma edição ultraleve e desportiva deste compacto alemão.
Sim senhores, por fim Volkswagen, depois de muito tempo, voltará a fazer um compacto desportivo a sério. Potente, leve e muito rápido. Isso é exatamente o que precisávamos. Por enquanto é apenas um rumor, depois de se ter visto um protótipo a testar na Alemanha.
Esta informação não oficial chega a afirmar que este Golf vai usar materiais tão leves como o alumínio ou a fibra de carbono, com o único objetivo de ser tão bom como o GTI original. De facto, espera-se uma redução de 200 kg em relação ao modelo que acaba de ser apresentado.
Desta forma, os 225 CV de potência que se espera utilizar no motor de dois litros sobrealimentado que acompanhará qualquer variante GTI permitirão reduzir o 0 a 100 km/h para menos de 6 segundos.
Para que queremos um carro com mais de 340 CV de potência, como pode ser o Série 1 M Coupé ou o seu rival, o Audi RS3 Sportback, se depois acontece que são mais pesados que uma berlina média? Talvez nem todos concordem com a minha afirmação, mas a maioria dos aficionados ou amantes do motor o que procuramos é um carro manobrável e rápido, mas que essa velocidade não se consiga apenas com potência.
Pela primeira vez na minha vida reconhecerei que o velho Jeremy Clarkson tem razão em algo. O peso estraga tudo. Um carro leve melhora o desempenho, a passagem em curva e reduz drasticamente o consumo de combustível. A potência, por si só, não é capaz de resolver esses problemas, ou então que o digam o Bugatti Veyron e os seus tempos em circuito.
O futuro dos automóveis desportivos não passa pela sobrealimentação, como está a acontecer na maioria dos casos. O futuro está nos materiais mais leves, como pode ser a fibra de carbono que utiliza o Lamborghini Sesto Elemento. É verdade que é muito caro, mas mais vale investir em todos os benefícios da leveza do que em criar motores capazes de mover aviões espaciais.
Via | Autocar
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Comparto todo lo expuesto, con menos peso se gana en mucho puntos, con mayor potencia solo se gana en algunos.
Un saludo.